PickUp File #01: “T” é de Terrorismo
01/03/2011
Você acha que conhece “J-POP”. Você acha que é uma expressão destinada a definir ”a música pop japonesa”. Pois saiba que você está certo. No entanto, há uma consipiração no ar. E você não pode deixar de saber.
Quioto, Japão. O ano é 2005.
Ele alega que foi “coagido por um amigo”. Mas sabemos que essa é a desculpa básica de qualquer infrator. O líder reuniu outras quatro pessoas que praticaram seus atos secretamente pelo Japão, alternando funções, até dezembro de 2007, quando somente três indivíduos restaram, dispostos a morrer por sua ideologia.
Aproveitando que “pop”, em inglês, pode aludir à uma explosão, eles infiltraram-se no meio da música, iludindo habilmente a gravadora Getting Better, da Victor Entertainment, Inc., e começaram o assalto que não está restrito ao Japão. Saiba que você não está a salvo.
Eles não têm medo das autoridades e autoentitulam-se “J-POP Terrorists”. Senhoras e senhores, com vocês, os meliantes, MOWMOW LULU GYABAN (モーモールルギャバン):
Yuko Katie (ユコ・カティ), nascida Yuuko Ooya (尾家祐子). Uma pisciana que esconde-se atrás de saltos altos, teclados e uma voz doce, cantando sobre a psicodelia de seu namorado.
T-Margarita (T-マルガリータ), nascido Tomohide Maruyama (丸山知秀). Disposto a qualquer coisa com suas linhas de baixo dançantes e backing vocals animados.
Gary Bitch (ゲイリー・ビッチェ). Fichado como Gou Yajima (矢島剛), ele é o responsável pela bateria e os vocais principais das canções. E, claro, como não poderia deixar de ser em uma boa banda de J-POP terrorism, é ele quem realiza o strip tease no clímax do show.
Vocês foram avisados.
