Olá. Faz algum tempo que não posto no blogue.

Como sempre, entrei naquelas crises de “oh-meu-Deus-qual-a-função-disso-afinal-de-contas?”. Não quero que seja somente um local onde há traduções de notícias, mas também não quero permear cada post com minhas pessoais e amadoras opiniões.

Para ser bem sincero, quero centenas de comentários. Quero que cada leitor de cada novo assunto comente o que achou sobre a saída de um integrante, o lançamento de um novo single, o processo de criação de um novo PV ou qualquer outra coisa, até mesmo o motivo do compositor ter optado usar letras minúsculas no título da música ou utilizar katakana ao invés de kanji.

No entanto, não posso cobrar algo assim.

Eu mesmo não tenho o costume de comentar nos blogues que acompanho (e, dando uma rápida olhada agora, dois dos quais eu mais admirava fecharam e não deixaram um único vestígio – e eu, que tinha várias dicas de bandas para pegar de lá, acabei deixado na mão).

Mas sei que há pessoas que leem isso aqui, e que se importam. E mesmo que seja uma única pessoa, já é maior que zero, conforme aprendi com a Natsuki Takaya. Aliás, foi por um pedido casual desses que resolvi criar coragem e escrever aqui.

Pensando agora, conheci umas três ou quatro pessoas por intermédio dos meus blogues, e apesar de não poder dizer que são amigos insubstituíveis que levarei para a vida toda, são pessoas com as quais adoro conversar e que, se for possível, gostaria de manter os frágeis laços virtuais mais fortes com o curso natural do tempo.

Então, não tenho motivo para questionar a função desse blogue.

Quero escrever. Alguém quer ler.

Isso é o suficiente.

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Sejam todos muito bem-vindos ao meu novo blog sobre música, entitulado genialmente de Whiskey Touches the Walls.

Comecei a fazer um blog, o finado LOST in MUSIC, como uma continuação de outro blog no wordpress que fez um sucesso mínimo entre meus colegas mais próximas. Com o LOST in MUSIC, consegui ser citado no niponicamente badalado Yahoo! Answers e no ocidentalmente badalado (ou não) JAME, o que me deixou extremamente feliz e, ao mesmo tempo, um pouco envergonhado, visto que minhas habilidades são extremamente duvidosas.
Claro que adoraria um blog arrumado, clean, que desse prazer só de olhar e cuja leitura de meus posts quilométricos não se tornasse enfadonha, porém… Falta habilidade.

Mesmo assim, desejo fazer algo aceitável para expressar minha opinião da maneira mais atual, amadora e pop possível. Sendo assim, nasceu o Whiskey Touches the Walls.
A proposta do blog é “música por meu ponto de vista”. Não haverá nenhuma espécie de download aqui. Vá procurar em outro lugar. Gosto bastante de ler blogs sobre o cenário musical, pois sempre acabo conhecendo uma banda nova ou redescobrindo uma antiga. Se conseguir provocar tal sentimento em alguém com esse humilde site, já posso me considerar satisfeito.

Esse primeiro post não fala de música. Trata-se somente de uma apresentação.
Bem, quer saber quem sou eu?

Não tenho a mínima formação musical e confundo frequentemente os mais simples acordes. Sou extremamente preconceituoso com relação a quase tudo, não somente música. Sou fanático e nunca enxergo defeitos em meus artistas preferidos. Mesmo assim, há pessoas que frequentemente me dizem “você tem um bom gosto musical!”, e, claro, eu acredito.

Então, espero fazer um bom trabalho, que se torne um blog bem hype (falar hype ainda é tendência?) e que uma alma boa me leve ao Japão para conhecer o Oda.

Yoroshiku!

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