Masafumi Gotoh, vocalista do ASIAN KUNG-FU GENERATION, está pouco a pouco ultrapassando os limites de sua banda.

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O SISTER JET anunciou o lançamento de um novo single, seu segundo pela gravadora independente felicity.

A nova foto (?) da banda foi feita pelo desenhista Yugo Fujita, o mesmo que criou o clipe de “LOVE COMEDY” e fez alguns dos desenhos no site oficial da banda.

 O título desse single de verão (japonês) é “Rock ‘n’ Roll hatsudensho (ロックンロール発電所, “Usina de Rock ‘n’ Roll”), a saída perfeita para o racionamento de energia que parece continuar no Japão desde o terremoto/tsunami.

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O Sekai no Owari (世界の終わり) assinou contrato com a TOY’S FACTORY (BUMP OF CHICKEN, etc.) e virou major.


Okay, eu poderia fazer aquele meu velho discurso de “o mainstream tem o dom de arruinar tudo que independente era melhor” e blablablá, mas terei esperanças, pelo menos dessa vez.
Apesar de que o começo da notícia já é estranho.

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Quase todos os anos, desde 2003, o ASIAN KUNG-FU GENERATION realiza o NANO-MUGEN FESTIVAL, um festival infinitamente pequeno que reúne bandas japonesas e estrangeiras.

Esse ano, o festival ocorrerá nos dias 16 e 17 de julho. Os hosts Ajikan, juntamente com os americanos do The Rentals e os ingleses do The Young  Punx! apresentam-se todos os dias. Exclusivamente no dia 16 teremos Weezer, banda queridinha do Gotch, the HIATUS, projeto pós-ELLEGARDEN do vocalista Takeshi Hosomi com a ocasionalidade do Ichirou Izawa do Tokyo Jihen nos teclados, Ash e as fofas do Negoto. No dia 17, Maniac Street Preachers, STRAIGHTENER, BOOM BOOM SATELLITES e MOWMOW LULU GYABAN.

Sempre que o festival ocorre, é lançada uma coletânea, a NANO-MUGEN COMPILATION, com uma música nova do Ajikan e uma música recente de cada banda que participou do festival. Nesse ano, como não poderia deixar de ser, teremos uma COMPI ’11, mas não com uma música nova do Ajikan.

E sim com DUAS.

A primeira é “Hikari” (ひかり, Luz). A segunda é a já anunciada no Facebook e tocada em algumas apresentações para os malditos sortudos que compareceram a um dos shows da turnê VIBRATION OF THE MUSIC “All right part2″ (Tudo bem, parte dois).

“Parte dois?”, você pergunta intrigado, “e a parte um?”.
Acontece que, eu acho, a parte um, se é que existe (vai saber), é a versão apenas do Ajikan, porque a parte dois conta com a participação de ninguém mais, ninguém menos do que ERIKO HASHIMOTO DO CHATMONCHY NOS VOCAIS (!!!!).
A música será tocada pela primeira vez no abençoado programa de rádio “SCHOOL OF LOCK!” nessa quarta-feira, 18 de maio. A coletânea, ainda sem tracklist definitiva, sai dia 29 de junho (mesmo dia do lançamento da “Descoberta” do Tokyo Incidents, também conhecido como Dia D de 2011).

O Galileo Galilei acabou de lançar seu primeiro álbum, “PARADE”, em fevereiro, e já anunciou a data de lançamento de um novo single, previsto para junho.

Aoi shiori” (青い栞, Marcador de Páginas Azul) está atualmente sendo utilizado como abertura do anime “Ano hi mita hana no namae wo boku-tachi wa mada shiranai.” (あの日見た花の名前を僕達はまだ知らない。, Nós ainda não sabemos o nome da flor que vimos naquele dia) e foi escrita especialmente para a história, que, basicamente, trata de um grupo de amigos de infância que crescem e se separam.

Sobre a música, o vocalista Yuuki Ozaki comentou:

No momento em que vi pela primeira vez o plot de ‘Ano hi mita hana no namae wo boku-tachi wa mada shiranai.’, meu coração disparou. Desde que era pequeno assistia a animes e desenhos todos os dias, sem falta, e ter uma canção nossa utilizada como trilha sonora de um deles me deixa saltitando de felicidade. Dessa vez, eu coloquei o cenário que a história me mostrou nessa música, de uma maneira quase intuitiva. O jeito como a música encaixou com a história me deixou muito feliz.”


Além disso, o diretor Miki Takahiro, responsável por “Solanin”, utilizou a música “Kanseitou” como inspiração parar criar o roteiro de um filme, que entitula-se… “Kanseitou” (Torre de Controle). Eu sei, a criatividade transbordou. O plot é o seguinte:

“Eu sou um verdadeiro incompetente de 15 anos mas, agora, se falar no que eu sou capaz de fazer pela da Mii, só consigo pensar em continuar a cantar”. Nascido e criado no extremo norte do Japão, na cidade de Wakkanai, Kakeru Fujita, 15 anos, é um garoto que não consegue encontrar seu lugar no mundo. Sua vida começa a mudar ao conhecer Mizuho Takimoto, 15 anos, uma estudante que foi transferida a seu colégio e que parece Lilla My, personagem da série Moomin. Kakeru encontra um velho violão em sua casa e os dois resolvem formar uma banda.


Wakkanai é a cidade onde a banda foi formada e fica no extremo norte do Japão, quase coberta de neve o ano inteiro. Há uma torre de controle utilizada para aviões nessa cidade – inspirada nela, que parecia proteger e zelar pelos habitantes da cidade, Yuuki compôs ‘Kanseitou’, sua primeira música.
O filme foi exibido em alguns cinemas por um curtíssimo espaço de tempo de duas semanas e parece que há planos de ser lançado em DVD.

Enquanto isso não acontece, a banda disponibilizará por apenas 36 horas o filme em seu site oficial (http://www.galileogalilei.jp/eiga/) (!). Obviamente não haverá legendas, mas serve para aqueles (como eu) que têm curiosidade em assistir o filme por completo.
O período de 36 horas vai das 21 horas do dia 27 de abril às 9 da manhã de 29 de abril (para nós, brasileiros, das 9 da manhã do dia 27 de abril às 9 da noite de 28 de abril).

Tentem não perder.


青い栞
15.06.2011
SME Records

1. 青い栞
2. SGP
3.
スワン (Swan, Cisne)

Passaram-se somente dois anos desde que as meninas do chatmonchy (チャットモンチー) lançaram o indescritivelmente maravilhoso álbum Kokuhaku (告白), mas parece muito mais. Após a turnê de divulgação, o lançamento de uma coletânea com b-sides, outra turnê de divulgação e uma rápida passagem pelos EUA, elas passaram cerca de um mês em Tokushima, cidade natal de Eriko e Akiko e onde a banda foi formada, compondo o mini-álbum Awa Come, lançado no final de outubro do ano passado.

Agora, sem nem ao menos um single de divulgação, elas anunciam o lançamento do quarto álbum, que é muito MAIS VOCÊ, “YOU MORE”.

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Você acha que conhece “J-POP”. Você acha que é uma expressão destinada a definir ”a música pop japonesa”. Pois saiba que você está certo. No entanto, há uma consipiração no ar. E você não pode deixar de saber.
Quioto, Japão. O ano é 2005.
Ele alega que foi “coagido por um amigo”. Mas sabemos que essa é a desculpa básica de qualquer infrator. O líder reuniu outras quatro pessoas que praticaram seus atos secretamente pelo Japão, alternando funções, até dezembro de 2007, quando somente três indivíduos restaram, dispostos a morrer por sua ideologia.
Aproveitando que “pop”, em inglês, pode aludir à uma explosão, eles infiltraram-se no meio da música, iludindo habilmente a gravadora Getting Better, da Victor Entertainment, Inc., e começaram o assalto que não está restrito ao Japão. Saiba que você não está a salvo.

Eles não têm medo das autoridades e autoentitulam-se “J-POP Terrorists”. Senhoras e senhores, com vocês, os meliantes, MOWMOW LULU GYABAN (モーモールルギャバン):

Yuko Katie (ユコ・カティ), nascida Yuuko Ooya (尾家祐子). Uma pisciana que esconde-se atrás de saltos altos, teclados e uma voz doce, cantando sobre a psicodelia de seu namorado.

T-Margarita (T-マルガリータ), nascido Tomohide Maruyama (丸山知秀). Disposto a qualquer coisa com suas linhas de baixo dançantes e backing vocals animados.

Gary Bitch (ゲイリー・ビッチェ). Fichado como Gou Yajima (矢島剛), ele é o responsável pela bateria e os vocais principais das canções. E, claro, como não poderia deixar de ser em uma boa banda de J-POP terrorism, é ele quem realiza o strip tease no clímax do show.

Vocês foram avisados.

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